Em 2022, eles conseguiram rastrear 72% de seus gastos com anúncios, mas em 2024, esse número caiu para 45%. O restante dos gastos publicitários cai em uma categoria vaga denominada ‘outros’, que o executivo comparou a sites MFA dentro do alcance expandido do YouTube por meio do inventário do GVP.

Essa categoria reflete tráfego sem desempenho mensurável — o que o executivo chamou de tráfego fantasma. O Google não ofereceu nenhuma solução, citando preocupações com a privacidade, conforme disse o executivo.

Em um relatório de colocação, o terceiro executivo descobriu que quase 57% do gasto publicitário não havia sido contabilizado, o que significa que não estava claro onde os anúncios foram exibidos. No entanto, todas as conversões (cliques, inscrições e vendas atribuídas aos anúncios) estavam ligadas ao gasto rastreado, indicando que o gasto não contabilizado não resultou em conversões.

“Parece muito conveniente que 99% das conversões vieram de colocações que conseguimos identificar nos relatórios,” disse o executivo. “Isso não existe em nenhum outro meio de marketing digital e apenas o Google poderia se beneficiar do peso de ser uma organização monopolista. Isso não é prática padrão em nenhum lugar.”

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